sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Palhaço canadense Olivier-Hugues Terreault ministrará oficina em londrina

Destinada a iniciantes, oficina aborda ludicidade, arte e saúde global a partir da vivência do palhaço hospitalar; inscrições estão abertas

Durante os dias 11, 12 e 13 de Setembro, os interessados em arte cênica, em especial a arte do palhaço, terão uma chance única em Londrina. O palhaço Canadense Olivier-Hugues Terreault estará na cidade para ministrar sua “Oficina de palhaço para leigos, sonhadores, tímidos e simpatizantes”, que aborda especialmente o papel do palhaço terapêutico por meio de reflexão, sensibilização e exploração prática. A oficina é destinada a iniciantes que desejem seguir a carreira cênica ou não e é baseada principalmente na sensibilização e capacitação, trabalhando o conceito da alegria e empatia.

Segundo Olivier, a oficina combina humor, intervenções teatrais, testemunhos inspiradores, conselhos práticos, debates e dados científicos. “Os temas são bem diversos e criativos, nós trabalhamos, por exemplo, a arte de não salvar ninguém, mas ser salvo por todos, em que um palhaço dá conselhos práticos, também refletimos sobre como tornar nosso trabalho mais significativo, ensinando a transformar as responsabilidades cotidianas em oportunidades de realização pessoal, entre outros temas que parecem ser exclusivos da vivência do palhaço, mas na verdade dizem respeito à saúde de todos e ao desenvolvimento pleno da vida e cada um”, explica Olivier.

Em Londrina, a oficina é dividida em dois momentos complementares. Na sexta-feira, 11/09/15, Oliver inicia os trabalhos com  uma palestra “Palhaço hospitalar – quem ajuda quem?”, discutindo o que é o palhaço, sua função no ambiente hospitalar, as adaptações necessárias e as especificidades do trabalho em pediatria e geriatria no Canadá e no Brasil. A palestra é gratuita e aberta ao público geral.
No sábado e domingo, 12 e 13/09/15, os interessados em participar da oficina prática partem para o Clac (Centro Londrinense de Artes Circenses), onde Olivier promove um ambiente seguro, leve e agradável, a fim de que os participantes explorem o seu poder de criar, de se maravilhar, de brincar e de rir de si mesmos. A oficina tem carga de 20 horas e tem custo de R$250,00 reais, que pode ser dividido em duas parcelas.

Sobre Olivier
Olivier-Hugues Terreault é canadense, de Quebec, mas cresceu e viveu grande parte de sua vida em Montreal. É empreendedor social, palhaço terapêutico, formador, autor, palestrante e professor de meditação budista. Além disso é cofundador da Ong Jovia (2002, Montreal, Canadá) e do Teatro do Sopro (2012, Rio de Janeiro-RJ), que age com abordagem terapêutica em Instituições de longa permanência para Idosos, resultado de mais de uma década de pesquisa e prática comprovada no Canadá.

Serviço
Dia 11 de Setembro 2015: Palestra “Palhaço hospitalar – quem ajuda quem?” - aberta ao público.
Dias 12 e 13 de Setembro 2015: Oficina de palhaço para leigos, sonhadores, tímidos e simpatizantes. Local: Clac – Centro Londrinense de Arte Circense (Rua Samuel Moura, 451).

Inscrições e mais informações através do e-mail caluproduz@gmail.com ou pelo telefone (43)99877412.


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Escola Municipal recebe projeto de dança da Funcart

“Dança nas Escolas” oferece oficinas de balé a instituições públicas de ensino da cidade e seleciona bolsistas para a Funcart

Nesta sexta-feira (7/agosto), estudantes, professores, funcionários e pessoas da comunidade assistirão os bailarinos da Funcart e a Cia Profissional de Dança Ballet de Londrina. Na programação, números de balé clássico e contemporâneo. As apresentações acontecem em dois horários: às 11 horas para as turmas da manhã e às 14 horas para as do período vespertino, na Escola Municipal Mábio Gonçalves Palhano que fica na Rua Verônica, 10, Parque Ouro Branco.
Foto: Gabi Abreu

Ao longo do ano, o projeto “Dança nas Escolas” realizará apresentações, oficinas e palestras para alunos e professores em instituições públicas de ensino de Londrina. O objetivo é formar público para as artes, incluir a dança em conteúdos interdisciplinares, apontar caminhos de profissionalização na área e descobrir talentos. Serão selecionados dez bolsistas, que poderão frequentar o curso de balé da Funcart durante os oito anos de formação, sem pagamento de mensalidade.

“O projeto tem realizado um trabalho amplo de difusão da dança e está abrindo caminhos de profissionalização para muitos jovens que não teriam contato com a arte por outras vias. Muitos têm a oportunidade de ver um espetáculo pela primeira vez e a maioria dos bolsistas desconhece o próprio talento”, destaca Sônia Secco, coordenadora do projeto.

 O Dança nas Escolas envolve uma série de etapas. Após as apresentações desta sexta, os estudantes interessados participarão de uma oficina com exercícios lúdicos de balé ministrados por monitores da Funcart na própria escola. A seleção dos bolsistas é feita a partir do desempenho e interesse de cada participante durante esta atividade.

Ballet de Londrina - Sem Eira Nem Beira - Foto Fábio Alcover
O projeto Dança nas Escolas existe desde 2007 e já percorreu 42 instituições da rede pública municipal da cidade, oferecendo oficinas gratuitas para mais de 900 professores e 9.500 alunos. Foram 70 apresentações de balé abertas para um público de mais de 20 mil pessoas.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

"Ovo", uma viagem familiar rumo ao passado



Serviço:
Dias 31 de julho, 1 e 2 de agosto (sex.sab e dom), às 20 horas

Circo Funcart
Ingressos R$ 20 e R$10

terça-feira, 14 de julho de 2015

Banda Nova apresenta a Banda Los Joaquins

Nesse sábado o projeto estreia nova temporada no palco do Bar Brasil com a banda Los Joaquins. E ainda Cia. Teatral República estará presente fazendo jogos de improviso durante a noite!

Idealizado pela FUNCART em 2009, o Banda Nova revela ao público artistas da cena musical londrinense com trabalhos de qualidade e que estão em começo de carreira.

A BANDA
A Los Joaquins está na estrada com suas canções desde 2012, com um currículo invejável e um som rico, faz um rock com originalidade. Têm como principais influências bandas como Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Raimundos, Garotos Podres e o grande Raul Seixas.

A banda já apresentou seu trabalho em diversos eventos e festivais. Dentre eles: Rock Nova Cena, Help Rock, Sarau Rock e Poesia, Conexão Londres,
Domingo Independente, Mais amor por favor. Atualmente se prepara para as gravações do seu EP e trabalha em projeto com bandas das cidades vizinhas, como Maringá, Arapongas, Paranavaí entre outras,
buscando fazer uma ligação cultural entre as cidades.

Nestes três anos de estrada a banda já passou por algumas mudanças. Até chegar na formação atual, que contém: NeEe Joaquins (Vocal), Trevor Willians (Baixo e Backing Vocal), Will Crow (Guitarra) e Zé Batata (Bateria).
A banda vem escrevendo uma bela historia no rock londrinense e tem agitado o cenário da música independente local.

Integrantes:
NeEe Joaquins (Vocal)
Trevor  Willians (Baixo, Backing Vocal)
Will Crow (Guitarra)

Zé Batata (Bateria)

SERVIÇO:
Dia 18 de julho às 21hs. Entrada: R$ 10,00.







Após temporada pelo nordeste, Núcleo Ás de Paus apresenta A Pereira da Tia Miséria em Londrina

O Núcleo Ás de Paus retorna a Londrina depois de uma jornada pelo nordeste do Brasil e apresenta o espetáculo A Pereira da Tia Miséria neste sábado (18/07), ao meio dia, em frente ao Banco do Brasil, no Calçadão de Londrina.

A jornada da companhia pelas terras nordestinas começou na cidade de Maracanaú, onde o grupo participou do II Festival Nacional de Teatro de Rua do Ceará, entre os dias 4 e 6 de junho. Depois o grupo seguiu para VIII Festival dos Inhamuns, Circo, Bonecos e Artes de Rua, que aconteceu na cidade de Tauá, de 7 a 9, e em Arneiroz, de 11 a 13 de junho. Estes festivais proporcionaram grandes encontros entre coletivos de arte do Brasil e de fora, que resultou numa importante experiência para a companhia que, além de conhecer o interior cearense, compartilhou seu trabalho com outros artistas e com o público extremamente acolhedor e caloroso destas cidades.

Foto Artur Junges
Do Ceará o grupo seguiu pelas estradas do Piauí até chegar ao Maranhão, para a segunda etapa desta jornada. Em São Luís, o Núcleo Ás de Paus deu início ao projeto Emaranhado: jornada em busca das riquezas nas terras esquecidas entre o Grajaú e o Parnaíba, aprovado no edital Artes na Rua 2014, da Funarte. Além da capital, o grupo londrinense compartilhou o seu trabalho com comunidades carentes de Belágua, Presidente Juscelino, Cachoeira Grande e Matões do Norte. Nesta jornada, a companhia semeou sua arte por lugares singulares e colheu muitas riquezas por onde passou.

Esta apresentação marca o início das comemorações do 5º aniversário do espetáculo A Pereira da Tia Miséria, que estreou em agosto de 2010 e, desde então, o Núcleo Ás de Paus já realizou cerca de 190 apresentações em espaços públicos de todas as regiões brasileiras, compondo a programação de diversos festivais de teatro e projetos de circulação do país. O grupo acredita nos bons frutos que este trabalho pode gerar, e segue rumo ao número 200. Também é o fechamento de um ciclo para a companhia e para a atriz, Bruna Monã, que se despede do grupo e da cidade. A atriz, que está desde a fundação do Ás de Paus, conclui uma etapa da sua jornada nas terras londrinenses e, em agosto, inicia uma nova trajetória artística no litoral de São Paulo.

Foto Artur Junges
O Núcleo Ás de Paus é um coletivo de artistas que trabalham por uma pesquisa teatral pautada no trabalho colaborativo. Em suas produções, instrumentos de equilibrismo como pernas de pau, muletas, bastões e outros elementos formam os denominados “prolongamentos do corpo do ator”, síntese de um entendimento continuamente pesquisado pelo Ás de Paus em seu estudo diário. Com este espetáculo a companhia recebeu premiações significativas como os Troféus Gralha Azul 2011 (principal premiação para as produções teatrais de grupos do Estado do Paraná) nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Ator e Melhor Figurino.

O espetáculo
A Fome personificou-se em uma criança nascida da Miséria, separou-se de sua mãe e, desde então, percorre o mundo trazendo sofrimento a todos. Tia Miséria, no dia em que deveria morrer, engana a Morte, que acaba ficando presa em sua árvore. Por meio de um acordo feito diante do olhar de todos, Tia Miséria liberta a Morte e pede, em troca, que a sua vida não seja levada. Decide, então, viver ingenuamente procurando pelo seu filho para que, somente junto dele, possa abandonar este mundo que nunca os quis.

Serviço:
Data: 18/07 (Sábado).
Horário: 12h (meio-dia).
Local: Calçadão de Londrina, em frente ao Banco do Brasil (Boca Maldita).

Links relacionados:
(43) 3304-1621


sexta-feira, 3 de julho de 2015

A Cia Funcart de Teatro tem o prazer de reapresentar "À Beira do Precipício"


A temporada de estreia, ocorrida entre abril e maio deste ano, foi prestigiada por mais de 350 pessoas. A história de Afonso e Zeca despertou no público as mais diversas reações e também poderá despertá-las em você. O mês de julho trará a Londrina e região a segunda temporada do espetáculo!

Afonso é um advogado que decidiu se fechar para o mundo após o falecimento de sua esposa. Zeca é um garoto de programa que sempre teve o mundo fechado para si. Durante uma noite muito chuvosa, o inesperado encontro entre os dois acaba revelando uma característica em comum: o incômodo sentimento de solidão.


Atraído como um ímã pelo garoto, Afonso decide se arriscar, levando-o para casa em razão do mal tempo. Abrigado da forte chuva, Zeca aproveita o conforto e o calor do apartamento para conduzir o advogado a observar a vida sob uma nova perspectiva. 

Encantado pela essência do michê, Afonso se vê à beira de um precipício, e percebe que saltar poderá ser um mergulho no vazio ou um voo rumo à liberdade. 

Com texto e direção de Silvio Ribeiro, o espetáculo é um convite ao espectador, para que este possa olhar bem de perto os extremos da intimidade humana – como se o fizesse pelo fino buraco de uma fechadura – e a refletir sobre os fortes sintomas da solidão, da insegurança e da inexplicável saudade das coisas que jamais aconteceram. No elenco, os atores Donizetti Buganza e Felipe Ferreira. 

SERVIÇO: 

À Beira do Precipício 
Companhia Funcart de Teatro 
Aproximadamente 55 minutos 
Dramaturgia e direção de Silvio Ribeiro 
No elenco, Donizetti Buganza e Felipe Ferreira 

R$ 10,00 (meia entrada) e R$ 20,00 (inteira) 

Dias 04, 05, 11 e 12 de julho (sábados e domingos), sempre às 20 horas, no Circo Teatro FUNCART (Rua Senador Souza Naves, n° 2380, Jardim Petrópolis, às margens do Lago Igapó. Londrina, Paraná. CEP: 86015-430) 

Realização: Produtora FUNCART 
Apoio: Águia Brasil Turismo 
Telefone para contato/dúvidas: (43) 3342 2362 

ATENÇÃO: este espetáculo é recomendável para maiores de 16 (dezesseis) anos de idade.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Grupo Erastos - no ritmo das horas, a dança do tempo

Grupo Erastos, de Maringá, traz ao Circo Funcart espetáculo de dança sobre um dos maiores norteadores da experiência humana. Coreografia é assinada por bailarino londrinense

Foto Isa Dantas
Todos os dias, o homem deve escolher como gastar os 86.400 segundos disponíveis nas próximas 24 horas. Precisa também carregar sobre ombros o saldo dos anos anteriores e estimar o período necessário aos planos futuros. Dos calendários dependem a experiência e o porvir. Olhando atentamente, talvez não haja no mundo algo que comporte mais significados que a palavra tempo. É o que discute o Grupo Erastos, de Maringá, no espetáculo “Quanto Tempo o Tempo Tem?”, em cartaz no Circo Funcart (Av. Souza Naves, 2380) nos dias 30 e 31 de maio (sábado e domingo), às 20 horas. Os ingressos custam R$10/R$5 (meia) e já estão à venda na secretaria da Funcart.

No palco, alternam-se quatro coreografias, estruturadas em dois eixos principais. No primeiro, são tratados aspectos relacionados à circularidade, à repetição e ao caráter infinito do tempo. No segundo, o tema é abordado sob a perspectiva dos ciclos vitais, com ênfase nos processos de gestação, nascimento e primeira infância. Em grande parte, “Quanto Tempo o Tempo Tem?” foi inspirado nos meses iniciais de vida do segundo filho do coreógrafo Cláudio de Souza. Cláudio é conhecido por atuar por mais de vinte anos no elenco do Ballet de Londrina.

Foto Fábio Alcover
Na montagem, o espectador vai ouvir sons característicos do útero materno e o ritmo cardíaco do bebê que inspirou o espetáculo. Início e fim, no entanto, não são equivalentes de fato na apresentação. O fluxo corriqueiro da vida humana é renegado e a morte, fim inevitável de todo tempo individualmente disponível, é tratada não como ponto final, mas como possibilidade de transformação e renascimento. “Eu quase segui pelo caminho do fim, mas preferi um desvio para retratar o renascer, via casulo”, explica Cláudio. Em boa medida, uma metáfora sobre como as horas de cada homem se perpetuam no período de vida de seus descendentes.

 As possibilidades de bom aproveitamento do tempo também são parte da montagem, que envereda pela retratação ora tediosa e hedonista da rotina. O quinteto repetição-pausa-silêncio-escuridão-luz pontua boa parte do espetáculo, instigando o público a compreender o tempo sob múltiplas perspectivas sensoriais. A direção da montagem é de Nara Dutra.  

Quanto tempo o tempo tem?
Grupo Erastos (Maringá)
Dias 30 e 31 de maio (sábado e domingo)
Horário: 20 horas
Local: Circo Funcart (Av. Souza Naves, 2380)
Duração: 45 minutos
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)
Informações: (43) 3342-2362


Ficha técnica:
Direção: Nara Dutra
Coreografia: Cláudio de Souza
Elenco: Ana Maria Ceolin, Amanda Baretta, Evelin Coelho, Fernanda Theodoro, Isadora Prado, Loraine Dutra e Marcely Bressan

Texto de divulgação: Claudia Freitas / Festival de Dança de Londrina