Dúvidas
na elaboração e gerenciamento de projetos?
Esta oficina com Marcelo Domingues,
organizador do Festival Demosul, propõe a conexão entre teoria e prática
abordando as técnicas específicas das áreas de planejamento administrativo e de
gerenciamento de projetos. Além de dicas para o seu projeto.
O que:
Oficina de Gestão de Projetos
Ministrante:
Marcelo Domingues
Quando:
15 e 16 de agosto, das 19h às 22h, e 17 de agosto, das 19h às 21h
Formado em Gestão Pública pela Universidade Norte do
Paraná. Trabalha, desde 1995, na área de produção de eventos e fonográfica,
stage tour e Crew Manager atuando em projetos públicos e privados voltados para
gestão cultural em Londrina, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto
Alegre. É diretor da produtora Braço Direito Produções.
Organizador do Festival DemoSul desde 2001. Produziu
inúmeros shows em Londrina, desde 1997, destacando-se bandas nacionais e
internacionais como Titãs, Buzzcocks (Inglaterra), Mudhoney (USA), Tom Zé, Pato
Fú, Cachorro Grande, Autoramas, Nação Zumbi e Raimundos.
Nossa escola divide o ballet clássico em 2 diferentes categorias, segundo a
idade da criança: Pré-ballet e ballet infantil.
O Pré-Ballet está direcionada a crianças de 4 a 7 anos de idade. O principal
objetivo das aulas é divertir e estimular a imaginação da criança. As crianças
brincam, jogam, se divertem e aprendem ao mesmo tempo. Elas aprendem exercícios
com movimentos que estimulam a criatividade e a expressão. Nesta fase, a
criança aprende a ser mais independente e a controlar as suas habilidades
motoras e intelectuais, e a reconhecer as suas capacidades e limitações.
O ballet infantil está direcionado às crianças maiores de 8 anos já que
exige mais disciplina, mais musicalidade e domínio do seu corpo. Através de uma
sequência de exercícios, as aulas seguem movimentos básicos com exercícios de
barra e de centro, que têm como meta desenvolver e fortalecer a musculatura das
pernas, a postura do corpo e a coordenação motora, a psicomotricidade e a
lateralidade.
IMPORTANTE: Os pais não devem obrigar nem pressionar a criança a fazer
Ballet. É importante que a criança curta e sinta prazer com a prática desta
atividade.
A BELEZA DA ÓPERA RETORNA AOS PALCOS
LONDRINENSES!
Primeira Mostra de Canto Lírico na
cidade de Londrina, o projeto “ÓPERA, POR QUE NÃO?”, realizado por
meio de convênio firmado com o Programa Municipal de Incentivo à Cultura –
PROMIC, se apresenta como um convite a uma arte ainda muito desconhecida. Seu
objetivo principal é oferecer à população londrinense um contato direto com
manifestações artísticas operísticas.
A
Mostra foi aberta na última segunda-feira, dia 16, no Auditório do
Instituto da Família, na Região Sul. A primeira apresentação destinada
às crianças ocorreu na terça-feira, dia 17, na Região Norte.
Agora ela segue durante toda asemana, com apresentações distribuídas em diferentes espaços da cidade, e será finalizada no domingo, dia 22, com um grande concerto, participando como projeto convidado da Temporada Ouro Verde da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de
Londrina, no Cine Com-Tour/UEL.
Serão desenvolvidas ainda, dentro do projeto,
duas palestras, na Universidade Estadual
de Londrina, no Departamento de Música da UEL, às 16h. As inscrições para a confecção dos certificados podem ser feitas no link http://www.uel.br/eventos/insc/?id=2570, por meio do qual será gerado um boleto no valor de R$ 5,00. No entanto, elas são abertas a toda comunidade.
Os espetáculos são gratuitos, mas estão sujeitos à capacidade máxima dos
espaços fechados.PARTICIPE! Seguem as PROGRAMAÇÕES, Artística e Pedagógica.
A chegança
ao Luíz de Sá vai ter um cortejo de Maracatu Baque Virado do grupo Semente de
Angola e demonstrações das oficinas da Flapt neste ano.
Neste domingo (15), a partir das 15 horas, a
ONG Flapt vai realizar o “Maracatu de Inauguração da Flapt”, evento de boas
vindas da ONG à comunidade do Conjunto Luíz de Sá. O evento vai iniciar com um
cortejo pelo bairro, encabeçado pelo grupo Semente de Angola, como uma
demonstração para a comunidade do que é Maracatu.
Programação
cultural para toda família
A festividade vai marcar o início das várias
oficinas gratuitas que a ONG receberá ao longo deste ano. A intenção da Flapt é
aproximar as famílias e se envolver com a comunidade local. Por isso, o evento
terá atividades para todos, incluindo uma sessão especial de contação de
histórias contemporâneas com personagens do nosso folclore. Além das histórias,
a inauguração vai ter apresentações de Dança do Ventre, Forró, Samba de
Gafieira, Samba de Roda e uma demonstração de Zumba que vai animar a todos.
A arte educadora Vanessa Nakadomari da
oficina Clube do Livro dará, por meio da contação, uma mostra de como acontece
esta atividade que recebe crianças com idade entre 7 e 11 anos. De acordo com
Vanessa, o Clube do Livro, assim como todas as atividades da Flapt têm como
objetivo explorar a cultura popular brasileira, afro-brasileira e de matriz
africana como um todo.
No trabalho deste ano, a professora está
usando histórias de autores brasileiros que dialogam com figuras populares do
nosso folclore. “Na nossa festa de inauguração, a intenção desta contação é
também ser uma maneira delas conhecerem o Clube do Livro que vai trabalhar
histórias com as figuras folclóricas brasileiras em novos contextos”.
Semeando
o Maracatu
O grupo de maracatu Semente de Angola foi
fundado em 2010 e nasceu da união entre os batuqueiros do antigo Grupo
LATA. Batizado pela Nação do Maracatu Porto Rico, seu principal objetivo é
disseminar a cultura do maracatu de Baque Virado com apresentações e oficinas
pela cidade de Londrina. A oficina “Semeando o Maracatu” será realizada às
quartas-feiras e aos sábados das 14h às 17h na Flapt e recebe incentivo do
Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic).
Bazar e
Cantina da Flapt
As pessoas presentes vão poder aproveitar
também para adquirir lembrancinhas e presentes no Bazar da Flapt com itens
doados por amigos da instituição. São desde bonecas artesanais, crochê, itens
de decoração étnicos, tigelas e vasos. Para deixar o evento mais gostoso vai
ter uma cantina vendendo porção de bolinho de feijão especial, frito no azeite
de dendê, torta salgada e arroz doce, além de refrigerante e uma cervejinha
gelada para os maiores de 18 anos. Todo o “axé” dessa festa será revertido para
ajudar com a realização dos projetos culturais gratuitos da ONG Flapt.
Paulinho Moska
sempre se apresentou em dois formatos: com sua banda ou somente com seu
violão e sua voz. Esses shows solos acontecem desde que ele começou sua
carreira, afinal a facilidade de viajar pelo mundo com o violão debaixo
do braço e cantando o que compunha o seduzia também pela relação mais
direta entre o artista e seu público. As canções ficam mais fiéis às
composições originais e ganham a força de expressão do autor tocando e
cantando “do mesmo jeito que foram compostas”. Mais da metade das
apresentações de Moska em sua longa carreira foram assim: uma
voz, um violão. E quem já viu e ouviu sabe que não precisa mesmo de mais
nada. Um autor com seu cúmplice (o violão) entoando juntas canções
profundas e populares que nos acompanham há anos.
VIOLOZ é mais do que uma voz e um violão. Pela primeira vez Moska
decidiu levar seus violões preferidos pra estrada e fazer um show onde
possa tocar diferentemente suas canções. Um violão com cordas de Nylon,
um violão com cordas de aço, um violão barítono (afinado em Si), um
violão híbrido (violão guitarra) e um ukelelê são, agora, os parceiros
de Moska na estrada. As canções vão derramando suas poesias como
um longa metragem cujo roteiro vai nos aproximando mais e mais do tema
central: AMOR PELA VIDA. Um show pra cantar junto, chorar e sorrir, numa
noite cheia de alegria e paixão, de pensamento e delírio, de
transcendência e pé no chão.
VIOLOZ
é um papo reto e sincero, onde o repertório é o DNA fundamental do que
se apresenta, concentrado nas canções que tiveram mais comunicação com o
público, como Pensando em Você, A Seta e o Alvo, A Idade do Céu,
Lágrimas de Diamantes, Último Dia, Tudo Novo de Novo, Namora Comigo,
Somente Nela, Admito Que Perdi, Relampiano, Quantas Vidas Você Tem?, Sem
Dizer Adeus, Muito Pouco, entre outras. Também estão no repertório as
duas regravações que Moska fez para as trilhas das novelas
globais “Império” (Enrosca, de Guilherme Lamounier) e “Sete Vidas”
(Terra, de Caetano Veloso), ambas sucessos nas rádios do Brasil e
recentemente gravou a música “Tudo Que Acontece de Ruim É Para Melhorar”
para a novela “Êta Mundo Bom!”. Moska lançou em agosto de 2015,
no Brasil e em toda a América Latina, um disco inteiro em duo com o
argentino Fito Paez, pela Sony Music e apresenta uma das canções deste
disco no show. Com cenário e luz desenhados para criar uma atmosfera de
intimidade e entrega, VIOLOZ lava a alma, com poesia cantada e agora tocada por cinco instrumentos.
VECTRA CONSTRUSOM
A vinda de Paulinho Moska
a Londrina marca o 21º espetáculo promovido pelo projeto sociocultural
Vectra ConstruSom, que já trouxe aos palcos londrinenses artistas
consagrados como Badi Assad, Terra Sonora, Ná Ozzetti, Tetê Espíndola,
Sururu na Roda, Geraldo Azevedo, Mônica Salmaso, Uakti, Chico César, Zé
Renato e Renato Braz, Vitor Ramil, Mariana Aydar, Ana Cañas, Céu, Siba,
Joyce Moreno, Kleiton & Kledir, Rolando Boldrin e Adriana
Calcanhotto. Essa iniciativa é realizada ininterruptamente há mais de
dez anos graças ao investimento da Vectra e à parceria de outras
empresas londrinenses.
Data: 21 de maio de 2016 (sábado)
Horário do show: 21h00
Abertura do teatro: 19h45
Local: Teatro Marista de Londrina (Rua Cristiano Machado, 240)
Ingressos: Antecipados à venda nos seguintes locais:
·Vectra Store – Rua Bento Munhoz da Rocha Neto, 1.225
08h às 19h – Telefone: (43) 3376-4444 | A partir de 28/04
·Bar e Restaurante Brasiliano – Av. Rio de Janeiro c/ Espírito Santo
18h às 23h – Telefone: (43) 3322-9211 | A partir de 28/04
·Teatro Marista – Rua Cristiano Machado, 240
9h às 18h – Telefone: (43) 3374-3600 | Somente no dia 21/05*
* Possuem direito ao valor promocional clientes das empresas Vectra Construtora e Sandrin Planejados, pais de alunos e colaboradores do Centro Universitário Filadélfia (Unifil) e assinantes do jornal Folha de Londrina
Apresentação: Vectra Construtora
Patrocínio: Unifil e Sandrin Planejados
Apoio: Hotel Bourbon, Brasiliano Bar & Cozinha, Hospital do Coração, Midiograf, Folha de Londrina, Jovem Pan, Egg Comunicação e LPG Comunicação Visual
Evento contará com peça teatral, debate e performance reunindo as atrizes Ana Cristina Colla e Raquel Scotti Hirson e a fotógrafa e performer Fernanda Magalhães
O projeto Londrina em Cena, do Sesc Cadeião Cultural (Rua Sergipe, 52), abre a sua programação de 2016 dando ênfase ao intercâmbio entre artistas.
Nos dias 23, 24 e 29 de abril, o público poderá conferir trabalhos desenvolvidos pelas atrizes Ana Cristina Colla e Raquel Scotti Hirson, do grupo LUME Teatro, ligado à Unicamp (Campinas–SP), e pela artista, fotógrafa e performer londrinense Fernanda Magalhães, que apresenta o resultado das pesquisas de seu pós-doutorado.
Foto Arthur Amaral
A programação tem início no sábado, 23 de abril, às 20h, com a presentação do espetáculo "SerEstando - Mulheres", com Ana Cristina Colla em cena e direção de Raquel Scotti Hirson. No domingo, 24 de abril, às 15h, haverá um debate sobre processo de trabalho que reunirá as duas atrizes do LUME Teatro e a artista londrinense.
No dia 29 de abril, sexta-feira, será a vez de Fernanda Magalhães apresentar a sua performance “Grassa Crua”, a qual tem supervisão e direção de Ana Cristina Colla e Raquel Scotti Hirson. O novo trabalho de Fernanda reúne elementos da performance, da movimentação cênica, da dança, tendo como guia uma paisagem sonora criada a partir de diversas de vozes de mulheres, entre elas, Simone Mazzer, Edna Aguiar, Karen Debértolis e Raquel Scotti Hirson.
O trabalho é resultado das pesquisas de Pós-Doutorado desenvolvidas pela artista londrinense no LUME – Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da UNICAMP. Concepção e texto do trabalho são assinados por Fernanda.
Os ingressos para a peça de teatro “SerEstando-Mulheres” e para a performance “Grassa Crua” já estão à venda no setor de atendimento ao público no Sesc Cadeião Cultural.
Os valores são R$ 10,00 ( inteira), R$ 5,00 (meia) e R$ 2,00 (comerciários).
A participação no debate tem entrada gratuita.
Mais informações pelos telefones: (43) 35727700 ou 35727701.
Escola
Municipal de Dança apresenta, a partir deste fim de semana, trecho de um dos
mais famosos balés da história da dança. Elenco conta com mais de trinta
bailarinos da Funcart e convidados
Fotos: Fábio Alcover
Desde o século XIX, quando foi
concebido, o balé de repertório “Giselle” emociona plateias contando - por meio
de movimentos dramáticos e tecnicamente desafiadores - a história de amor da
camponesa humilde que superou os limites da morte para viver sua paixão proibida
por um nobre. A Escola Municipal de Dança mergulhou fundo no roteiro e na
coreografia originais para montar o espetáculo que entra em cartaz neste sábado
(16 de abril) e segue temporada até o dia 1º de maio, aos sábados e domingos,
sempre às 20 horas, no Circo Funcart (Rua Senador Souza Naves, 2380). Os ingressos custam R$20 e R$10 (meia-entrada)
e já podem ser adquiridos na Funcart. Todos os bilhetes antecipados estão sendo
vendidos pelo valor da meia até esta sexta-feira (15). Mais informações pelo
telefone 3342-2362.
Com música de Adolphe Adam e coreografias de Jean Coralli e Jules
Perrot, o balé “Giselle” é conhecido pela intensidade emocional e pela aura
soturna. No roteiro, a personagem que dá nome à peça, uma aldeã doce e humilde,
é tomada de paixão pelo duque Albrecht. Mesmo sendo um aristocrata, ele se
disfarça de pobre trabalhador para conquistá-la. Apaixonada, Giselle rejeita os
cortejos de Hilarion, o guarda-caça da vila a quem estava prometida. Ele, por
sua vez, enfurecido, desmascara a farsa de Albrecht. Ao saber a verdade, a moça
enlouquece e suicida-se.
O espetáculo da Escola Municipal de
Dança encena apenas o 2º ato, que se passa na misteriosa floresta dos
espíritos, onde vai parar Giselle após seu falecimento. Lá acontece o lacrimoso
balé das Willis, moças que morreram jovens, antes do casamento. Como vingança,
as Willis, regidas por sua rainha Mirtha, seduzem os rapazes que passam pelo
local e levam-nos a dançarem até a morte. Giselle, que é iniciada no coro das
Willis, aparece para Albrecht quando este vai levar flores em seu túmulo. Ele
perde-se na floresta à procura da amada e acaba capturado para o rito mortal
das virgens. Antes, porém, que Mirtha o capture, Giselle protege-o da maldição
com a cruz de seu túmulo. É o momento que a aurora surge, dispersando com luz
os espíritos das Willis.
Fotos: Fábio Alcover
Para compor as cenas fantasmagóricas
da segunda parte, a Escola contou com luxuosos figurinos em branco off e cores pasteis, além de recursos
cenográficos como fumaça e jogos de iluminação. Em cena, 35 bailarinos se revezam
em conjuntos coreográficos, solos e no grand
pas-de-deux. Dentre eles, alunos do 5º ao 8º ano do curso de balé, bailarinos
já formados pela Funcart e profissionais convidados: Renata Dói (que vive
Giselle), Vitor Rodrigues (Albrecht) e Ione Queiroz (Mirtha) - os dois últimos,
integrantes da Cia. Ballet de Londrina. O espetáculo tem coordenação geral de
Sônia Secco e Luciana Lupi. A adaptação coreográfica é assinada pelos
professores Cláudio de Souza, Eduarda Nishikawa, Luciana Lupi, Marciano
Boletti, Rosângela Homem e Thaísa Morais.
Desafio – Para
Sônia Secco, coordenadora da Escola Municipal de Dança, fazer “Giselle” é um
dos maiores desafios na trajetória de qualquer bailarino. “O balé é repleto de
desenhos geométricos, formações em conjunto. A coreografia utiliza muitas
posições com pés em ponta, braços cruzados formando lírios, movimentos tensos.
Além disso, precisamos trabalhar muito os aspectos psicológicos e emocionais
para que a história seja bem representada. Os sentimentos de tristeza e submissão
na expressão das bailarinas, pela decepção amorosa, não podem ser confundidos
com o ódio, por exemplo”.
Fotos: Fábio Alcover
Para chegar ao resultado, a Escola
levou mais de um ano, entre pesquisas e ensaios. Em 2015, professores,
funcionários, pais e alunos da Funcart reuniram-se para falar sobre a
trajetória histórica da peça e para assistir à versão em vídeo do espetáculo
montado pelo The Royal Ballet de
Londres. Em dezembro do ano passado, a Escola encenou a íntegra de “Giselle” no
Ginásio Moringão em um palco de 20 por 14 metros. As duas apresentações
reuniram um público estimado em cerca de 3 mil pessoas.
Após aquela experiência, os
professores adaptaram a coreografia para as dimensões do Circo Funcart e o
elenco apresenta-se agora ainda mais afinado, não só pelos ensaios contínuos,
mas também pelo contato com outras técnicas. “As demandas de um espetáculo
complexo como ‘Giselle’ nos fizeram ter novas ideias para melhorar a parte
pedagógica da Escola. Já estamos incluindo progressivamente na formação, aulas ligadas
ao teatro, à dança contemporânea e ao street dance, o que ajuda muito na
expressividade do bailarino clássico”, destaca Sônia. Renato Forin Jr. (assessoria de imprensa)
Serviço:
Balé
Giselle (2º Ato)
Escola
Municipal de Dança de Londrina
Dias
16, 17, 23, 24, 30 de abril e 1º de maio
Sábados
e domingos
Às
20 horas
No
Circo Funcart (Rua Senador Souza Naves, 2380)
Ingressos:
R$20 e R$10 (meia e antecipado, até o dia 15)